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A dinâmica dos dois casulos

“O nosso corpo de energia é feito de dois casulos comprimidos em um só ser luminoso.
Assim que o primeiro casulo se formou, simultaneamente, o infinito ao redor, que antes era infinito,
deixou de ser infinito e passou a ser também finito, da sua própria perspectiva, em relação à esse casulo, e se condensou assim ele também em um casulo.
Assim se formaram os dois casulos que constituem nosso corpo luminoso total – o “casulo tonal” e o “casulo nagual”, o corpo físico e o corpo sonhador.
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O primeiro casulo é o campo do nosso corpo físico. O nosso segundo casulo é um campo coletivo que tudo inclui.
Quando um está ativo, assume o papel de centro enquanto o outro se torna passivo, assumindo o papel de entorno dele.
No caso do primeiro, chamamos isso de estar acordado, de realidade, de visão de um mundo de objetos concretos e separados regido por leis racionais, mas sem magia.
E no caso do segundo, chamamos isso de estar sonhando, de mundo dos sonhos, de “outro lado”, de infinitude de visões de mundo possíveis onde tudo é possível, mas sem razão e auto-consciência.
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O ponto de encaixe vai de um para o outro e pode também existir simultaneamente nos DOIS casulos,
ambas percepções acontecendo sobrepostas no mesmo aquieagora.
E é possível o ponto de encaixe se tornar auto-consciente, encontrando o MEIO dos dois casulos, percebendo-os e a si mesmo como um só corpo de energia auto-consciente rodeado pela eternidade.
Desenvolver o lado oposto do corpo é um movimento em direção ao Meio.”
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Família Doble

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