O Presente da Águia – A Consciência do Lado Direito e do Lado Esquerdo
Este capítulo detalha as renovadas tentativas de Castaneda e la Gorda de «sonhar juntos», o que os leva a uma paisagem árida e compartilhada entre as «linhas paralelas». Essa experiência desencadeia uma memória completa e nítida para Castaneda de um evento passado em que ele, la Gorda, a mulher Nagual e Silvio Manuel foram levados a este mesmo lugar desolado, que Don Juan chamava de «limbo», com seus corpos físicos. Ele se lembra da provação aterrorizante de quase morrer de uma pressão e medo avassaladores, uma prova projetada para forçá-lo a entregar seus apegos. O capítulo culmina na profunda constatação de Castaneda e la Gorda sobre sua própria natureza: que suas experiências passadas foram divididas entre a consciência do «lado direito» (o *tonal*) e do «lado esquerdo» (o *nagual*). Eles concluem que sua tarefa de «lembrar» é, na verdade, o trabalho do guerreiro de unir esses dois lados de si mesmos, rearranjando a «intensidade» não linear da percepção do lado esquerdo em uma sequência linear que seu lado direito possa compreender.
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